Quem usa
Dentistas que recebem encaminhamentos CBCT do centro radiológico e querem revisar antes de o paciente chegar. Endodontistas que analisam um caso a partir de um CBCT enviado por um colega. Ortodontistas revisando exames de progresso no iPad durante a consulta. Centros radiológicos que enviam ao dentista solicitante um link em vez de um CD.
Médicos que precisam abrir uma TC ou RM DICOM para uma segunda opinião e não querem instalar Horos, OsiriX ou Weasis em um computador restrito da clínica.
O que você pode fazer no visualizador
Percorrer planos axial, coronal e sagital. Ajustar window/level com presets de osso ou tecido mole. Rotacionar o volume 3D. Inserir medições lineares em milímetros reais. Construir panorâmicas e seguir canais curvos com MPR.
Capturar telas, gerar um PDF de laudo ou exportar um corte DICOM com as medições integradas. Compartilhar o estudo completo por link — o destinatário abre no navegador dele.
Como chega um DICOM
Uma exportação DICOM costuma ser uma pasta com centenas de arquivos .dcm, um por corte. Alguns aparelhos colocam tudo em um ZIP ou adicionam um índice DICOMDIR. Outros geram contêineres proprietários como Planmeca .pln ou NewTom .proj.
O CBCTHub lê todos eles sem pedir que você pré-processe nada. Se a saída do aparelho for incomum, arraste o arquivo e o visualizador informa o que encontrou.